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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Os Melhores Contos de Terror de 2011


O VIZINHO
Em uma vizinhança tranquila, um jovem rapaz que curtia sua férias do trabalho, descobriu de uma forma assustadora que um de seus vizinhos guardava um segredo sinístro !

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VISITA MACABRA
Seus pais sairam para um jantar romântico, Andrew só queria ficar tranquilo o resto da noite, mas ele recebeu uma visita inesperada e indesejada.

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NA ESCURIDÃO DA NOITE
Uma forte tempestade, uma cidade as escuras e um jovem rapaz que fazia o caminho de volta para casa. Ele mal sabia que aquela noite estranha seria a mais pertubadora de sua vida.

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A PEQUENA CASA DO MAL
Na madrugada, uma pessoa pede ajuda no meio da estrada, um jovem rapaz que estava disposto a ajudar vai parar em uma pequena casa de madeira, um lugar no alto de um morro, um lugar que escondia um terrível passado.

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MAMÃE
Um jovem casal acaba de ter um bebê. Tudo seria perfeito, se mais alguém além dos pais alguém não quisesse balançar o berço para ninar o bebê, alguém que não fazia parte deste mundo.

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O ASSASSINO DA RUA 23
Escrito por minha grande amiga Joyce Aniceto, é um excelente conto de suspense, que consegue prender a atenção do leitor até seu final surpreendente. Excelente leitura !

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Obrigado a todos que acessaram, leram e gostaram dos contos de terror, ano que vem tem mais ! FELIZ ANO NOVO !!!!!!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Os Melhores Relatos Sobrenaturais de 2011

O ano está acabando, recebi e publiquei vários relatos, e para este post, decidi selecionar o melhores, ou seja, os mais assustadores...espero que gostem ! Um grande abraço !

Doppelgänger

Doppelgänger: onde um monstro tem um dom de fazer cópia idêntica de um ser humano.
Um caso muito assustador, que ocorreu com uma grande amiga minha !

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Encontro com o Lobisomen
Em uma noite de Lua cheia, essa criatura horripilante estava a espreita, a espera de sua vitíma!

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Quando a Minha Mãe, não era a Minha Mãe
A mãe de um rapaz começa a ter um estranho comportamento, algo terrível está acontecendo com ela !

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Fantasma do Portão
Um jovem rapaz que ficou trabalhando até tarde, tudo o que ele queria eras ir para sua casa descansar, mas enquanto fazia o trajeto de volta para seu lar, se deparou com algo assustador!

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A Dona da Boneca
Uma garotinha ganhou uma linda boneca de seu pai, só que ela não sabia que a boneca já tinha dona, mas a verdadeira dona da boneca, não era desse mundo !

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dica de Livro - O Exorcista ( William Peter Blatty )

Publicado pela primeira vez em 1971, O Exorcista tornou-se não só um fenômeno literário como um dos livros mais assustadores e controversos alguma vez escritos. A história centra-se em Regan, a filha de doze anos de Chris MacNeil, uma ocupada atriz que reside em Washington D.C. A criança aparenta estar possuída por um demônio ancestral e cabe a dois padres a dura tarefa de o exorcizar, arriscando a sanidade e a própria vida. O Exorcista transcendeu as páginas escritas e saltou para o grande ecrã, onde se tornou uma referência incontornável do cinema. Mas se pensa que o filme é assustador, leia o livro. Até porque o filme nem chega a aflorar a ponta do iceberg! Propositadamente crua e profana, O Exorcista é uma obra com a capacidade de nos chocar, levando-nos a esquecer que ”é apenas uma história”.

Baixe o livro em formato PDF : DOWNLOAD

Nº de páginas:266
Tamanho:3.25 MB
Formato:pdf
Idioma:Português-Br

Fonte : http://www.lunaticosdownloads.com/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Assombrações - YUREI (Japão)

Yurei, é a palavra japonesa que corresponde a "fantasma". Os japoneses acreditam que os humanos tem uma alma espirito (reikon em japonês). E quando a pessoa morre, se ela não receber um funeral apropriado (princiapalmente se for assasinada ou cometer suicidio) o Reikon (alma) da pessoa se transformada em Yurei (fantasma). E o Yurei so vai deixar a Terra quando tiver um funeral apropriado. Porem a casos que o Yurei fica preso a Terra por causa de um forte sentimento, normalmente de vingança, amor, odio, inveja ou tristeza, o Yurei so vai descançar quando esse "conflito" for resolvido. Basicamente essa definição inicial é bem parecida com a definição ocidental de fantasma (ao meu ver).

Depois dos famosos remakes americano, dos filmes japones "O chamando" e o " O Grito", o ocidente passou a saber mais sobre a "cultura fantasmagorica " japonesa, é como essa coisa de fantasma e espirito é bem evidente no oriente. E parece que Hollywood gostou mesmo disso, tanto que continua fazendo mais e mais remakes de filmes de terror japones (e orientais), tais como: One Missed Called (2008), Dark Water (2005), The Ring (2005), entre varios outros.

Falemos agora das caracteriscas de um Yurei. No Japão, os fantasmas (yurei) são representados com uma aparencia "padrão", que não é exatamente um lençol flutuando como a tipica versão ocidental de fantasmas.

Roupas Brancas, principalmente kimono branco de funeral, ou um kimono simples branco. E as vezes usando uma pequena faixa branca na cabeça com um triangulo

Cabelo preto liso (tipico oriental), longo e solto.

Frequentemente acompanhado de chamas flutuantes chamans de Hitodama. Normalmente nas cores azul, verde ou roxo.

Como os ocidentais, são "flutantes" ou planantes.

Yurei tambem pode ser classificados em tipos epecificos de acordo com o motivo pelo o qual estão presos a terra, tais como Onryo, que são Yurei a procura de vingança, Ubume que são fantasmas de mães que morreram no parto ou antes de seus filhos que voltam para tomar conta da criança, Funayurei que são aqueles que morreram no mar, entre outros.

Para terminar, Agosto no Japão é conhecido como a epoca de contar histórias de fantasmas, e é nessa epoca que a exposição de pinturas antigas com temática de fantasmas são expostas no templo Zenshoan em Tokyo. Somente em Agosto as 50 pinturas são expostas. As pinturas pertenciam a um famoso contador de histórias do Periodo Edo, que adorava histórias de fantasmas. Para terminar tambem, lembrando que a tematica fantasma tambem ta muito presente em mangas e animes, principalmente nos de terror, não é so em filme que aparece esse tema.

Fonte : http://japan-secrets.livejournal.com/

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Mudança

Um novo lar. A aquisição de uma casa significava para Sheila uma nova etapa em sua vida, era um recomeço. Após sair de um casamento conturbado, começar algo novo era tudo o que ela precisava.
Logo, Sheila e seus dois pequenos filhos mudaram-se para a nova residencia. Era uma casa antiga, mas muito bem conservada.
Sheila estava feliz da vida, e junto com alguns amigos, fez uma grande reforma na casa, jogou alguns fora alguns moveis velhos que ainda estavam por lá, comprou tudo novo e deixou o local arrumado do jeito que sempre sonhou. Tudo estava perfeito, até que coisas estranhas começaram a acontecer.
Certa manhã, bem cedo, antes de acordar seus filhos e prepará-los param irem a escola, Sheila foi até a cozinha e se deparou com os moveis todos fora do lugar, e não só na cozinha, a sala também estava toda revirada. Sheila ficou surpreendida e assustada com o que viu, e se perguntava como aquilo pode ter acontecido, pois na noite anterior, nem ela e nem seus filhos ouviram barulho algum. Como estava com pressa, Sheila deu uma rápida arrumada nos moveis e saiu para levar os filhos para a escola.
Meia hora depois Sheila retornou para a casa e novamente encontrou os moveis revirados. Agora, além da sala e da cozinha, os quartos também estavam bagunçados. Apavorada, ela telefonou para a policia dizendo que alguém poderia ter invadido a casa e provocado toda aquela desordem nos moveis. A moça que atendeu a ligação pediu para que Sheila aguardasse alguns minutos que logo chegaria uma viatura.
Trancada em seu quarto, Sheila esperava impacientemente a chegada da policia, andando de um lado para o outro sem parar, até que que ela ouviu um barulho na cozinha. Era o som de como se alguém jogasse uma cadeira contra a parede. Sheila ficou apavorada, mas mesmo assim, caminhando lentamente foi até a cozinha, chegando lá, se aterrorizou com o que estava provocando toda aquela desordem na casa. Parada ao lado da mesa estava uma velha senhora, que usava uma bota preta de couro, meias longas, uma saia marrom e uma blusa rosa, seu rosto enrugado e sua boca com graves problemas de dentição deixava ainda mais pavorosa sua expressão de raiva. A assustadora idosa olhou para Sheila e disse:
- O que você fez com as minhas coisas?
Sheila não disse nada, estava muito assustada até para se mexer.
Em um ataque de fúria, a velha senhora partiu para cima de Sheila, que correu dando gritos desesperados de socorro enquanto era perseguida. A velha correu atrás de Sheila pela casa toda, sempre dizendo: Por que você mexeu nas minhas coisas? Você não devia ter feito isso!
Sheila correu e se trancou no quarto, e enquanto ouvia a velha gritar e esmurrar a porta, decidiu pular pela janela. Um vizinho que já havia ouvido os gritos correu para ajudá-la. Ele perguntava o que aconteceu, mas Sheila estava em choque, não conseguia dizer uma palavra., pois chorava muito. Só alguns minutos depois, na casa do vizinho e na presença de dois policiais, Sheila contou o que ela acabou de presenciar. Contou sobre os moveis fora de lugar e fez uma descrição da pavorosa velha. O vizinho de Sheila se espantou ao ouvir falar da velha. Ele disse que aquela senhora era a antiga dona da casa que Sheila comprou, disse que era uma velha chata que não gostava de ninguém e nem que mexessem em suas coisas, disse também que a velha senhora havia falecido há cinco anos atrás. Ao saber que aquela idosa que a perseguiu pela casa havia morrido há um bom tempo, Sheila ficou ainda mais apavorada, tanto que se mudou novamente na mesma semana. Sheila vendeu a casa bem barato para uma imobiliária, comprou uma casa menor em um local bem longe dali, mas desta vez, uma casa sem o fantasma de uma velha perturbada.

Autor : Felipe AG

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Relato Sobrenatural - A Criatura do Rio

Aconteceu com : Rafael - SC

Essa história que vou contar aconteceu comigo e com minha família, e foi horrível.

Em 1998 eu e minha família estávamos em um rio da região de São Francisco do Sul em Santa Catarina, fazendo uma pescaria de fim de semana.

Tudo estava correndo tranquilamente, quando em um determinado momento, observamos na marguem oposta do rio algo sair da água. Ficamos todos assustados, pois não conseguíamos identificar direito o que era aquilo. Era uma criatura com fisionomia semelhante a de um homem branco de pelo menos 1,80m de altura, sem traços faciais aparentes, contando apenas com um rasgo no local da boca, ele possuia um braço longo e o outro que parecia ter sido amputado mais ou menos na altura do cotovelo. Aperentemente ele parecia estar muito tempo dentro d`agua, pois tinha sua cabeça e costas enrugadas pelo constante contato com a água.

Ele estava parcialmente submerço e se alimentando ferosmente com restos de peixes e lodo que havia no local. O " SER " parecia ter percebido que estava sendo observado e lentamente foi entrando de costas no rio.

Todos nós ficamos aterrorizados com aquilo e saímos rapidamente do local e fomos em direção às praias de São Francisco.

Lá chegando, tentamos obter informações de alguém sobre a estranha criatura que acabávamos de ver.

Contamos para alguns pescadores locais e perguntamos se eles já tinham visto aquilo antes. Então eles disseram que àa muitos anos esse "ser" é visto por várias pessoas, moradores locais e turistas, e que existem várias versões sobre o que possa ser aquilo, sendo que uma delas é que aquela criatura é uma pessoa que havia matado sua familia e depois cometeu Suicidio no rio, ficando perambulando porali para pagar pelo seu crime, mesmo no além.

Se era isso eu não sei, mas que foi horrível e altamente sobrenatural, isso foi. Aquilo que nós vimos não existe no nosso mundo, isso eu garanto.

Fonte : www.alemdaimaginacao.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Especial - (Conto - O Assassino da Rua 23) por - Joyce Aniceto

Era uma noite fria durante o inverno de 1834. As notícias repentinas de haver um assassino vagando por este bairro faziam meu estômago embrulhar ao me lembrar de Clarisse, pois as vitimas eram sempre mulheres ricas, jovens e atraentes, assim como minha linda Clarisse.

O vento bateu forte em meu rosto, me obrigando a segurar meu chapéu coco para impedir que voasse, enquanto caminhava em direção á casa dela, como me acostumei a fazer toda noite desde que decidimos nos casar a pouco menos de um mês.

– Clarisse, estou dizendo, você deveria ficar em casa. Pelo menos até a polícia encontrar este assassino. – Disse á ela enquanto ela enchia minha xícara com chá.

– Não seja bobo. Sabe que minha tia precisa de mim. Está em seus últimos dias. Além disso, deveria se preocupar mais com você. Já não lhe disse para não andar desacompanhado?

Eu sofria de narcolepsia. Não eram raras as ocasiões em que cochilava durante o dia, tendo todo o meu corpo paralisado e indefeso. Estava acostumado á isso desde criança e já nem me importava se ficasse inconsciente a qualquer hora do dia. Não podia evitar.

– Clarisse... as vítimas são mulheres. Faça isso, por favor.

– Não vou me trancar em casa por causa de um assassino. Tenho certeza de que a polícia irá cuidar disso antes que mais alguém saia ferido.

Ferir, ela dizia como se fosse o pior que pudesse acontecer, quando na verdade todas as vítimas eram brutalmente assassinadas. Suspirei enquanto pegava meu chapéu e meu casaco, sabendo que nada a faria mudar de idéia.

– Venha jantar aqui amanhã. Vou pedir para que façam seu prato preferido. – Ela disse quando sai pela porta, acenando para mim.

Em algum momento da volta, eu sabia que minha visão estava começando a embaçar, senti meus membros pesados e sei que me escorei em um muro e dormi. Era tarde e meu sono se intensificava por causa de minha doença. Tive um sonho inquieto, intensificado por meu medo de perder Clarisse, ouvi gritos e vultos estranhos, acordando assustado ao imaginar sua imagem ensangüentada.

Não sei como cheguei em minha própria casa, pois ao acordar em minha cama não me lembrava de como havia chegado ali. Talvez fosse algum outro sintoma da doença, eu não podia saber, mas quase sempre quando eu acordava, me via em algum lugar diferente do qual eu estava ao dormir. Era um incômodo, tenho que dizer, as pessoas se afastavam de mim por isso, como se fosse algo contagioso. Em várias oportunidades tive ajuda de conhecidos que me traziam até a presença de algum familiar, mas com o tempo, até estes se afastaram. Mas Clarisse jamais se deixara afetar por meus problemas de saúde e sempre esteve comigo, mesmo quando ainda éramos criança.

Sabia que ela era a pessoa certa e não havia nada que eu não faria por ela.

E por isso me preocupei ao ler os jornais no dia seguinte ao descobrir que mais alguém havia sido vítima do sanguinário assassino da Rua 23, como passou a ser conhecido.

A rua que dera nome á ele era justamente aquela que Clarisse morava.

A pobre mulher foi encontrada morta, esquartejada em um beco e os pedaços haviam sido abandonados ali mesmo, para quem quisesse ver. Saber que eu havia estado naquela rua, naquela noite, e poderia ter cruzado com o assassino era o pior para mim. Podia ter sido Clarisse. O que eu faria sem ela?

Preocupado, sai de casa, disposto a convencê-la a morar comigo, pelo menos até que os crimes terminassem. Pouco me importava o que fossem achar se uma mulher solteira fosse morar com um homem sem terem se casado.

Embora quisesse encontrá-la, sabia que não estaria em casa tão cedo então me contive até que anoitecesse e desse o horário do jantar.

Estava tão frio que comecei a sentir meus dedos formigarem. O vento batia nas folhas das velhas árvores da rua com seu assobio choroso, dando certo ar lúgubre á paisagem. Olhei em volta, encarando aqueles que passavam por mim e imaginando qual deles poderia ser o assassino. O toque de recolher não me permitiria demorar muito mais se quisesse ter tempo para convencer Clarisse a morar comigo. Era preciso apertar o passo.

– Você se preocupa demais. Está tarde para sair perambulando pela rua cheia de malas. Estou segura em casa.

Eu a encarava seu rosto por cima do vaso de flores na mesa. Ela se manteve calma durante todo o jantar e nada do que eu dissesse parecia fazê-la mudar de opinião.

– Morando sozinha? Clarisse! Por que tem que ser tão cabeça dura? Venha comigo por hoje e amanhã voltamos para buscar suas coisas.

– Estou tão cansada... Se estiver tão preocupado, por que não fica aqui esta noite? – Ela inclinou a cabeça e deu um meio sorriso para mim. – Estarei segura com você.

Eu não podia deixá-la sozinha. Não parecia certo. Iria então velar seu sono e impedir que qualquer mal á atingisse. Era a única solução.

Sentei-me em uma poltrona em seu quarto, abusando da intimidade que nós ainda não devíamos ter. Observei enquanto ela se deitava e se virava para mim, sorrindo e murmurando boa noite ao se cobrir.

A noite avançava e sua escuridão forçava meus limites. Não iria resistir por muito tempo ao sono, sabia que a qualquer momento poderia ficar inconsciente tendo em vista o mal que me afligia.

Pensamentos de morte inundavam meu cérebro, me mantendo acordado por alguns instantes. Porém, no momento em que consegui raciocinar direito sem me deixar levar por sentimentalismos, percebi que não era mesmo necessário me manter acordado. Eu estava sendo um bobo super protetor, é claro, o assassino só atacava mulheres que andavam noite afora, não senhoras seguras em suas próprias casas. Eu havia me deixado levar pelo medo, pois ele não era um invasor, apenas um sanguinário sem escrúpulos.

Clarisse estava deitada. A luz do luar que entrava pela janela iluminava seus cabelos loiros caídos no rosto, enquanto sua mão pousada sobre o corpo suavemente acompanhava o ritmo de sua respiração lenta de quem já sonha. Eu a olhei com ternura, momentos antes de fechar meus olhos ao perceber que a sensação de dormência causada por meu sono anormal estava começando a me atingir e relaxei na poltrona, sorrindo ao perceber que ela estava segura.

Ainda estava escuro quando meus olhos se abriram. Ao meu lado jazia Clarisse, ainda dormindo. De alguma forma eu havia me movido até sua cama e me sentado ao seu lado. Mas algo estava diferente. A posição de seu corpo não parecia natural. Ouvi ruídos de passos e ao olhar para frente, havia um homem parado na porta e o coro de uma multidão revoltosa soava pela janela entreaberta. Meus extintos despertaram para um possível suspeito de assassinato fugindo e adentrando na primeira residência que encontrasse.

Eu poderia defendê-la. Lembrava-me de ter visto uma faca na cômoda perto da cama.

Ele caminhou até a janela em passos rápidos e bruscamente puxou as cortinas permitindo que toda a luz da lua entrasse no aposento e em seguida se virou, mostrando seu rosto. Eu assistia aquilo sem saber o que deveria fazer ao me deparar com o próprio Chefe da Polícia.

– O que foi que você fez? – Ele perguntou se dirigindo á mim. – O que foi que você fez? – Ele repetiu mais uma vez.

Olhei-o sem entender o que queria dizer, por mais que gesticulasse com as mãos e me olhasse incrédulo. Vendo minha reação, ele caminhou até mim, furioso, me obrigando a buscar a faca na cômoda para o caso de algo sair do controle.

Mas ela não estava lá. Olhei para Clarisse e seus cabelos loiros estavam manchados de vermelho, que também se espalhava por toda a cama. Estava morta ao meu lado, inerte. Sua respiração havia cessado para sempre, porém seu coração ainda forçava o líquido escarlate para fora do corpo, jorrando sobre a cama. Seus olhos me encaravam abertos e apavorados numa expressão de dor e traição que eu jamais poderei me esquecer.

Não se tratava mais de um caso de narcolepsia, eu logo percebi ao despertar neste cenário. Era um caso de dupla-personalidade em que todo o mal que havia sido acumulado em meu ser havia despertado, de uma forma que eu jamais poderia ter imaginado nem em meus piores pesadelos. Encarei a faca, que ainda segurava em uma das mãos, horrorizado ao perceber os fatos e enterrei-a em meu peito.

Nota da Autora : "A narcolepsia não era uma doença conhecida na época da estória mas eu deixei o termo para não parecer que inventei alguma doença ._. "

Autora : Joyce Aniceto

A Joyce é uma grande amiga. Me identifico em muitas coisas com ela, principalmente o gosto pela leitura e pela escrita, e também compartilhamos do mesmo gosto musical. Se você quiser conhecer melhor essa excelente pessoa que é a Joyce, siga ela no twitter @AVampireFreak

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Assombrações - Okiku ( A boneca viva - Japão )

Kikuko tinha três aninhos de idade, quando adoeceu gravemente. Era agosto de 1932. Seu irmão visitava a cidade de Sapporo, Hokkaido (Ilha ao norte do Japão) quando viu uma boneca e comprou-a para Kikuko. A pequenina adorou a boneca e não mais separou-se dela,nem por um momento. Porém a doença agravou-se e em janeiro de 1933, Kikuko faleceu. É costume no dia da cremação do corpo, colocar os objetos que a pessoa mais gostava dentro do caixão para ser cremado junto com o corpo. Na ocasião porém, a familia no auge da dor da separação,esqueceu-se de colocar a boneca junto a menina. Após a cremação, a boneca que recebeu o nome de OKIKU, foi colocada no oratório, ao lado das cinzas da criança, onde a família fazia as orações. Com o passar do tempo começaram a perceber que o cabelo da boneca parecia crescer.

Na década de 40 veio a guerra e a família teve de fugir para o interior, deixando a boneca com os sacerdotes do templo MANNENJI, que a guardaram juntamente com as cinzas de Kikuko. Com o fim da guerra, a família voltou para a cidade, procuraram pelos seus pertences no templo, onde perceberam com espanto que os cabelos da boneca não pararam de crescer! A pedido do irmão da menina, a boneca continuou no templo. A imprensa,mostrou o fenômeno,o que chamou a atenção de pesquisadores,para que fosse dada uma explicação científica para o caso,o que não aconteceu até hoje.

O templo que fica em Hokkaido é visitado por turistas e curiosos que querem ver a fantástica transformação da boneca. Há controvérsias, mas dizem que as transformações são visíveis. O cabelo antes nos ombros, agora chega à cintura. Os lábios antes cerrados,estão entreabertos e úmidos,e seus olhos parecem olhar para as pessoas com expressões de quem tem vida. Os japoneses levam muito a sério a vida após a morte e para eles que reverenciam deuses e objetos, tudo é dotado de espírito e precisa ser queimado quando não é mais usado,em sinal de agradecimentos e para que descansem em paz após serviços prestados.

Fonte : forum.cifraclub.com.br

domingo, 30 de outubro de 2011

Contos Para Ler no Halloween

Olá leitores ! Como não deu tempo para escrever um conto especial para o Halloween, eu separei alguns contos que acho que são ótimos para serem lidos nesta data. Espero que todos leiam, gostem e se assustem ! Obrigado !

CARONA PERIGOSA
Em meio uma viagem, John, retribuindo um favor, concede carona a um jovem rapaz, mas o que ele menos esperava era que esse tal rapaz, escondia um terrível segredo.
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NA ESCURIDÃO DA NOITE
Uma forte tempestade, uma cidade as escuras e um jovem rapaz que fazia o caminho de volta para casa. Ele mal sabia que aquela noite estranha seria a mais pertubadora de sua vida.
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BRINCADEIRA PERIGOSA
O que era para ser um inocente brincadeira entre amigos, acaba da pior e mais cruel forma possível.
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O PORÃO
Uma simples visita na nova casa dos tios, se tornou o pior pesadelo de um menino. Ele descobriu da pior forma que aquela casa escondia um passad0 tenebroso.
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VISITA MACABRA
Seus pais sairam para um jantar romântico, Andrew só queria ficar tranquilo o resto da noite, mas ele recebeu uma visita inesperada e indesejada.
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O VIZINHO
Em uma vizinhança tranquila, um rapaz que curtia suas preguiçosas férias, decobre que seu vizinho da frente não era bem quem aparentava ser.
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EPIDEMIA : O DIÁRIO DE BRIAN
Conta a história de uma rapaz tentando entender e sobreviver a uma epidemia de mortos vivos.
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O FANTASMA DO GALINHEIRO
Esse é o primeiro conto que escrevi. Ele é baseado uma história real que ouvi quando era criança. Uma vizinhança inteira descobre da forma mais perturbadora o que estava causando as mortes dos animais de um criadouro
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HAPPY HALLOWEEN !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Relato Sobrenatural - A Menina

Aconteceu com : Jorge Carlos Baia da Silva (não especificou a cidade)

Minha casa costuma receber algumas visitas do além. Um dos fatos que teve maior influência e abalo sobre nosso cotidiano foi que, desde uns 6 ou 7 anos atrás, eu e meu irmão costumamos sonhar com uma garotinha de vestido azul claro, estatura baixa e cabelos pretos, ondulados, pele pálida e rosto sem expressão.

O primeiro a sonhar com ela foi meu irmão, dizia que em seus sonhos ela aparecia puxando-o para brincar com ela, mas ele tinha medo dela e então a menina começava a chorar e bater nele, eu tive um sonho parecido, sonhava com esta menina em meu quarto e eu tentava tirá-la de lá, mas toda vez que a arrastava para fora do quarto e entrava novamente, ela reparecia.

Algum tempo se passou e durante um jantar em minha casa, estavamos eu, meu irmão e alguns amigos e amigas nossos, na época todos pré-adolescentes e decidimos brincar no quarto de hóspedes que estava vazio, a brincadeira seria o famigerado "gato-mia" que consiste em desligar a luz e esconder-se para pegar alguém e ordenar a pessoa para identificar-se, durante a brincadeira eu tive a certeza de ver, pela fresta de luz que entrava pela porta, uma menina parada e encostada na parede, a mesma do sonho. Vestido azul, cabelo preto e ondulado, mas não conseguia ver o seu rosto pelo escuro que estava, apenas a silhueta de sua cabeça e por isto apenas reparei quando ela passou a encarar-me na escuridão, olhei para o lado procurando alguém por perto e quando tornei a olhar ela desapereceu, desde então esta menina nunca mais havia aparecido novamente, nem em sonho e nem neste plano físico, até que no mês passado, minha avó veio passar algumas semanas em nossa casa e durante sua segunda noite, ela nos contou que foi acordada por uma menina de cabelos pretos e vestido azul que a fitava da janela com uma expressão curiosa, ao chegar perto da janela a menina simplesmente sumiu na escuridão.

Fica a dúvida do que seria esta menina que nos visita em sonho e em realidade e o que ela quer de nós, será que pode nos ajudar ou nos fazer mal ?

Fonte : www.sobrenatural.org

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dica de Livro - Livros para Ler no Halloween

Mês de outubro é mês de Halloween, nesse post, eu separei algumas ótimas dicas de livro para você ler nesse dia tão sinístro. Confira abaixo as sinopses dos livros. Espero que gostem !

Carrie : A Estranha (Stephen King)
CARRIE narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente. Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos.
Com tantos ingredientes de suspense, CARRIE logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana. Ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.

Onde encontrar : www.americanas.com.br

A Máscara da Morte Vermelha - Histórias Extraordinárias (Edgar Allan Poe)
Edgar Allan Poe é um verdadeiro gênio! Criador de uma literatura inquietante, ele maneja como nenhum outro a arte de aguçar a curiosidade pelo imprevisto, pelo terror. Sempre numa atmosfera de suspense, esse escritor norte-americano do século XIX junta em suas narrativas elementos perturbadores como o sobrenatural, o fantástico e o insólito. Os contos, repletos de mistério, trazem detalhes minuciosos de sentimentos, lugares e personagens. E envolvem tão profundamente o leitor, que este já não consegue escapar do extraordinário mundo de Poe.

Onde Encontrar : www.americanas.com.br



Os Melhores Contos de Medo, Horror e Morte (Flávio M
oreira da Costa)
Nesta antologia, Flávio Moreira da Costa apresenta ao leitor histórias que têm o medo como fio narrativo. Os contos são divididos em duas categorias: Medo, Susto e Horror e Medo, Clima e Cotidiano. A primeira apresenta contos clássicos de horror, e traz autores como Edgar Allan Poe, Bram Stoker e H.P. Lovecraft. A segunda compreende relatos em que o medo aparece de forma menos tradicional. Entre os autores deste segmento, Gustave Flaubert, Edith Wharton e Machado de Assis.

Onde Encontrar : www.submarino.com.br




Não Abra - Contos de Terror (Marcelo Araújo)
Uma carta pode revelar uma terrível maldição, transmitida de geração em geração de uma família. Belas mulheres que se revelam à noite e escondem segredos que vão além do nosso mundo. Um fiel que busca momentos de paz e fervor em uma igreja acaba se deparando com um espetáculo macabro. O fantasma de um jangadeiro desce um rio para se vingar e levar consigo os que o mataram.

Esses são alguns dos temas de Não Abra, projeto vencedor em 2008 do Fundo da Arte e da Cultura, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. São onze contos escritos entre 1990 e 2007 com relatos fantasmagóricos, sobrenaturais e fantásticos que podem estar na escuridão do seu quarto, nas ruas da cidade ou num vilarejo do interior.

Onde Encontrar : www.americanas.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Assombrações - A Criança da Encruzilhada e A Menina do Banheiro ( Japão )

Spiritum Nihon (A criança da encruzilhada)
Morrem mais pessoas vítimas de acidentes automobilísticos do que assassinatos, no Japão. Por algum motivo,ás lendas urbanas estão ligadas a esses casos.
Encruzilhada da morte - Todo cruzamento possui um histórico de acidentes, que na maioria das vezes podem custar a vida de alguém. Existem vários casos em que,"aparecem" pessoas que já morreram ali, e que estão de volta para pedir "ajuda" ou impedir que mais tragédias possam ocorrer. Casos como: "A garota do cruzamento"(Kousaten no onna no ko), em que uma garotinha de 4 anos que foi atropelada por um carro. Toda vez em que, o motorista for uma pessoa que não ligue por ultrapassar os semáforos em alta-velocidade, ela aparece em sua frente pedindo "socorro"(tasukete). Isso ocasionalmente se transforma em um terrível acidente de carro. Lenda ou não, morre mais pessoas no trânsito do que qualquer outro homicídio.

Toire no Hanako chan (A menina do banheiro)
Quem aqui já ouviu falar da loira do banheiro? Obviamente todos já escutaram essa lenda. Dessa vez é um pouco diferente... Hanako é nome de uma garotinha que foi brincar de pique-esconde com os amigos, e se escondeu na terceira porta do fundo do banheiro do terceiro andar. Depois disso, ela foi encontrada morta no banheiro. Após algum tempo, começou a rolar boatos de que a alma da menina estivesse ainda lá. E se tem duas coisas que não se deve fazer para não chamar a atenção da Hanako é:

Ir pro banheiro do terceiro andar e bater na porta três vezes e falar "Hanako você está aí?" (Hanako chan, irashaimasu ka?).Se repetido isso três vezes, e você escutar uma voz falando "sim!" (Hai), amigo(a), provavelmente você verá Hanako. Ela irá te sugar para adentro do banheiro. Apesar disso ter acontecido em um só colégio, essa lenda se espalhou por todos os colégios do país, e se tornou uma das lendas urbanas mais famosas do Japão.

Fonte : www.forum.cifraclub.com.br

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Noite de Tempestade

Após mais um dia de trabalho, Charlie, como em todas as vezes, chegou cansado, tomou banho, jantou, deitou no sofá e ligou a TV. Charlie costumava ficar assistindo televisão até quase a hora de dormir, mas,nesse dia, o cansaço era maior, então ele adormeceu no sofá.
Uma hora e poucos minutos depois, Charlie acordou assustadíssimo. Ele havia deixado a luz da sala acesa e a TV ligada, agora, sua casa estava uma completa escuridão. Mas esse não foi o único motivo de Charlie despertar tão assustado. O som estridente de uma trovoada o fez acordar. Naquele momento caía um forte chuva, com ventania, raios e trovões.
Após o susto, Charlie percebeu que toda aquela escuridão foi causada devido a forte tempestade. Toda aquela água que desabou, somado as inúmeras descargas elétricas, contribuíram com a queda da energia elétrica.
Como ainda estava cedo, Charlie continuou deitado no sofá, hora olhando para o teto, hora olhando para a janela, observando os galhos e as folhagens das árvores e plantas do seu quintal balançarem devido os ventos fortes, que através das cortinas formavam sombras, de certo modo, assustadoras.
Por volta de uma hora depois a tempestade passou e restaram apenas alguns poucos relâmpagos e som de trovoadas, mas com menos intensidade. Charlie não tinha muito o que fazer, ainda aguardava impacientemente a volta da energia elétrica. Como não restava outra alternativa, ele decidiu ir pra cama mais cedo, mas, antes de levantar do sofá e se dirigir para seu quarto, notou algo estranho. Notou que os galhos das árvores continuavam balançando, mas agora as sombras pareciam estar balançando de modo diferente, pareciam estar se movimentando mais rápido e mais próximo da janela. Curioso para saber o que estava acontecendo lá fora, Charlie levantou-se, foi até a janela, abriu e se espantou com o que viu. As árvores e plantas do seu quintal estavam totalmente paradas. Não só a a chuva e trovoadas, mas também a ventania havia cessado. Charile pensou “ O que eram aquelas sombras que eu vi?”. Mas o maior susto ainda estava por vir. Charlie, antes de fechar a janela, e bem no momento em que um relâmpago iluminou o quintal, foi surpreendido por um vulto negro que surgiu de repente e o agarrou tentando puxá-lo para fora. Charlie sem saber o que estava acontecendo tentou lutar contra aquilo que o estava agarrando, mas, por mais que fizesse esforço para de soltar, não conseguia. A escuridão era total, isso fez com que Charlie entrasse em desespero, ainda mais quando outras mãos o agarraram, agora, era como se três pessoas estivessem tentando puxá-lo para fora. Até que Charlie não conseguiu mais suportar e foi puxado para fora e arrastado por aqueles seres estranhos para o meio do quintal. Enquanto Charlie era arrastado, notou que os vultos, que ele apenas conseguia ver quando os relâmpagos clareavam o quintal, emitiam alguns grunhidos estranhos. Charlie gritou desesperadamente em vão, os vultos continuavam o arrastando pelo quintal, até que, a energia elétrica voltou e, do nada, os vultos desapareceram. Quando Charlie se deu conta, viu que estava todo sujo de lama, bem no meio do quintal entre as plantas e árvores.
Mesmo todo molhado e sujo de lama, Charlie entrou na casa, pegou as chaves do carro, nem quis saber de trancar as portas, entrou no veiculo e saiu em alta velocidade até chegar a casa do seu irmão. Charlie contou tudo ao seu irmão, que ficou meio sem saber o que dizer, mas permitiu que Charlie ficasse por ali pelo tempo que desejasse, ou até se recuperar do susto. Mas Charlie não pretendia voltar para sua casa tão cedo, o trauma de ser arrastado por vultos vindos do além era extremo.

Autor : Felipe AG

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Relato Sobrenatural - CONTOS DA MARTINHO: OS FANTASMAS SE DIVERTEM....

Relato enviado por : Regina Gravina - Florianópolis - SC

A MARTINHO É UMA RUA MUITO NOVA. ANTES DELA, SÓ DUNAS E ÁGUA. A MARTINHO TINHA OUTRO NOME , ERA O MORRO DOS CANUDOS. NINGUÉM MORAVA AQUI, MAS MUITOS DESCIAM O MORRO PARA BRINCAR NOS CÔMOROS DE AREIA E TOMAR BANHO DE RIO DEPOIS DA TEMPESTADE. AQUI VIVIA UM POVO ESQUECIDO DE DEUS E DOS HOMENS; NINGUÉM SABIA OU SE IMPORTAVA COM SUA EXISTÊNCIA.

MAS A TERRA TINHA A LUZ DE BOTA, LOBISOMEM, BRUXAS DO MAR E FANTASMAS...MUITOS FANTASMAS!!! A MARTINHO ERA CHEIA DE FANTASMAS QUE ANDAVAM PELA NOITE A PROCURA SABE-SE LÁ DE QUÊ...

TINHA UM ENGENHO ABANDONADO, JÁ NAQUELA ÉPOCA DE TEMPOS IDOS, QUE NINGUÉM PASSAVA DEPOIS QUE A TARDINHA CAIA POIS, COMO CONTAM OS MORADORES DE PÉS JUNTOS, SE OUVIA O ENGENHO SENDO PUXADO PELO BOI E CHORO DE CRIANÇA...MAS NINGUÉM VIVIA POR LÁ...HAVIA A LUZ DE BOTA, MAIS CONHECIDO HOJE COMO BOITATÁ, QUE DAVA UMA ‘QUEIMAÇÃO’ NO CORPO SÓ DE CHEGAR PERTO, NINGUÉM PODIA ACENDER O PALHEIRO QUE LÁ VINHA AQUELE FOGO DOS INFERNOS ENCHENDO DE MEDO A TODA A GENTE. E O QUE DIZER DO LOBISOMEM? TEVE POVO QUE JUROU PELA MÃE QUE VIU O HOMEM VIRANDO LOBO, E QUE DEPOIS O LOBO IA NA PRAIA COMER PEIXE... DAÍ UM DIA, PEGARAM UNS PAUS E BATERAM NO CACHORRÃO GRANDE , MAS TANTO, TANTO QUE ELE VIROU HOMEM DE NOVO.

MAS VAMOS ANDANDO QUE A PROSA É BOA, MAS TEMOS DE FALAR DO SEU SIMÃO VELHO – O NOVO ERA O FILHO, CLARO ...ELE ERA O DONO DA MARTINHO QUE AINDA NÃO ERA RUA, NÃO ERA MARTINHO, MAS AS TERRAS DO VELHO, DO OUTRO LADO DO MORRO DOS CANUDOS....SEU SIMÃO ERA HOMEM BOM, NÃO FAZIA MAL PRÁ NINGUÉM E UM DIA MORREU...

ENTÃO, PERDIDOS NA AREIA DO TEMPO, O POVO NÃO MORAVA MAIS NO MORRO E A RUA MARTINHO JÁ EXISTIA, MAS AS ÚNICAS CONSTRUÇÕES FEITAS TINHAM MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR, E NINGUÉM PARA OUVIR.... NUMA DELAS, A MULHER CASADA VIU UM HOMEM ALTO, VESTIDO DE TERNO, MUITO MAGRO E MUITO TRISTE, DO LADO DA PORTA DA ENTRADA, NUNCA SE DIGNAVA A OLHAR PARA ELA, OLHAVA PRO CHÃO COMO SE NÃO CONHECESSE O LUGAR, E FAZIA QUE IA SUBIR A ESCADA MAS DESISTIA, COMO SE ALI NÃO PUDESSE HAVER UMA ESCADA. MUITAS E MUITAS VEZES, O HOMEM APARECEU E SEMPRE FAZIA A MESMA COISA. ERA DE DAR PENA... UM DIA, A MULHER CASADA TOMOU CORAGEM, E RESOLVEU FALAR COM O HOMEM, MAS BAIXOU A CABEÇA, PORQUE VAI QUE ELE RESPONDE! PEDINDO COM TODA EDUCAÇÃO, A MULHER FALAVA QUE AQUELA NÃO ERA A SUA CASA, E QUE SE TIVESSE SIDO UM DIA, ELE ESTAVA MORTO NÃO PODIA MAIS FICAR ALI...PRECISAVA ACHAR O CAMINHO DA LUZ E REZAVA AS ÚNICAS PRECES QUE CONHECIA, UM PAI-NOSSO E UMA AVE-MARIA...E O HOMEM DE PRETO NUNCA MAIS APARECEU.

MAIS DE DEZ ANOS SE PASSARAM, A MULHER CASADA JÁ TINHA ATÉ SE ESQUECIDO DO HOMEM, COMO UM SONHO DISTANTE, QUE MARCOU MAS PERDEU A IMPORTÂNCIA, E ALGUÉM COMENTA COM ELA: ‘ ESSAS TERRAS ERAM TUDO ÁGUA E AREIA, HÁ MAIS DE 70 ANOS, E O DONO DE TUDO ISSO ERA O SEU SIMÃO VELHO, O HOMEM MAIS ALTO QUE EXISTIA ENTRE OS MORADORES DAQUI. ERA HOMEM BOM, Ô SE ERA...’

A MULHER CURIOSA INDAGA: ‘ VOCÊ O CONHECEU?’ E PAPO VAI E PAPO VEM, ACABOU QUE O SEU HOMEM DE PRETO, ERA O SEU SIMÃO, QUE SEMPRE VIVIA ANDANDO PELAS SUAS TERRAS, O ÚNICO QUE FICOU MORANDO NO MORRO ATÉ MORRER, MESMO QUANDO TODOS JÁ HAVIAM SAÍDO. SEU SIMÃO NÃO CONHECEU OUTRO LUGAR E NEM QUERIA, ANDAVA, MESMO DEPOIS DE VELHINHO, COM SUA BENGALA, PORQUE AQUELE ERA O SEU LUGAR....E UM DIA, QUANDO A TERRA VIROU RUA, E SEU SIMÃO VELHO HÁ MUITO ERA APENAS ETÉREO, ELE SE DEU CONTA QUE NÃO CONHECIA MAIS AQUELE LUGAR, QUE AQUELAS CASAS E CONSTRUÇÕES NÃO ERAM SUAS E VIA PESSOAS QUE NÃO CONHECIA E NEM FALAVAM COM ELE...MAS HAVIA AQUELA MULHER, AQUELA QUE UM DIA SEM MEDO CONVERSOU COM ELE E LHE DISSE: ‘DESCANSE EM PAZ, HOMEM'.
E, SEU SIMÃO VELHO SE FOI...SORRINDO....

(agradecendo do fundo do coração, à Dona Inês, que viveu sua vida inteira no Morro dos Canudos)
"Os contos da Martinho, são histórias fictícias mescladas com a história real de uma rua qualquer, não sendo possível afirmar aonde começa a mentira e termina a verdade..." Regina Gravina.

Esse relato foi enviado por minha querida amiga (de longa data) Regina ! Ela é blogueira, e possui um dos blogs mais interessantes e criativos que eu já vi e li, para vocês que ainda não conhecem, recomendo que acessem >> www.blogdassurtadas.blogspot.com << é diversão e entretenimento garantidos. Encontre a Regina no TWITTER e também no FACEBOOK !

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dica de Livro - Série House of Night (P.C. Cast e Kristin Cast)

House of Night (no Brasil: A Morada da Noite ) é uma série de livros criada pela autora norte-americana P.C. Cast (Phyllis Cast) , com co-autoria de sua filha Kristin Cast. Os livros falam de Zoey Redbird, uma adolescente de 16 anos que é marcada e tem que se mudar para a Morada da Noite. Ela deixa para trás os amigos, o namorado e a família, que inclui um padrasto hipócrita, uma mãe submissa e dois irmãos problemáticos. Lá ela terá um treinamento necessário para sua vida adulta como vampira. Ela passa por várias transformações, que podem torná-la vampira, ou matá-la, caso seu corpo rejeite a mudança.

Marcada
Zoey acaba de ser marcada como uma vampira, ela terá que se afastar de seus amigos e de tudo aquilo que fazia parte da sua vida até então. A menina vai se transformar em vampira e usufruir de poderes que nem imaginava possuir. Mas para isso ela precisa suportar o difícil período de transformação, caso contrário morrerá... Marcada já vendeu mais de 700 mil cópias!





Traída
Zoey se estabelece na Morada da Noite. Finalmente sente-se incluída e aprende a controlar seus poderes. Agora ela supera novos desafios, luta contra a morte que se abate sobre adolescentes humanos e sobre a própria Morada da Noite e, de repente, percebe que seu coração e sua alma acabam de ser partidos por uma grande traição. Nesse segundo livro da série House of Night depare-se com novos mistérios, surpreendentes emoções e muita sensualidade.




Escolhida
Neste terceiro livro de The House of Night os acontecimentos tomam um rumo misterioso e perturbador. Zoey tenta encontrar uma solução para ajudar Steve Rae, que luta para manter sua frágil humanidade, antes que ela se transforme em um monstro. Entretanto, salvar sua melhor amiga significa ir contra Neferet, e para conseguir o que quer, Zoey acaba se aliando a uma inesperada pessoa, tornando-se sua confidente e parceira. Para complicar, o horror atinge a Morada da Noite quando dois assassinatos ocorrem. Zoey se vê num drama pessoal e numa posição realmente delicada. Deve guardar segredos, até mesmo de seus amigos, tomar decisões muito importantes, e agora que acabou se envolvendo com um terceiro cara, deverá lidar com os três, já que não consegue se decidir entre eles.

Indomada
A vida se complica quando seus amigos estão furiosos com você? Basta perguntar a Zoey. Ela se tornou uma especialista no assunto. Mas mesmo rejeitada, ela não os culpa, sabe que é apenas uma consequência de seus próprios atos. Neste quarto livro da série The House of Night, Aphrodite tem novas visões sangrentas, que incluem uma grande guerra entre vampiros e humanos, liderada por Neferet, e a morte de Zoey. As mudanças ocorrem tão rápido que parece que toda a lógica desapareceu do mundo. Lealdades são testadas, intenções verdadeiras e chocantes vêm à luz, e um antigo mal desperta. Zoey sente que deve mudar o curso das coisas, mas ninguém parece ouvi-la.

Caçada
Novos personagens e cenários são inseridos neste quinto livro da série House of Night. Neferet, após conquistar um novo e poderoso aliado, Kalona, vira as costas para a Deusa Nyx. Juntos, arquitetam terríveis planos. O passado vem à tona, influenciando escolhas fundamentais. A Morada da Noite é ocupada por criaturas demoníacas, que sob o comando de Kalona, um ser incrivelmente belo, mantém o domínio sobre quase todos os alunos e professores. O único lugar relativamente seguro para Zoey e seus amigos é um local escondido, subterrâneo, onde uma nova raça de vampiros habita. Parece não haver fim para os problemas que continuam a surgir. O mal se abate sobre o centro de Tulsa, gerando não só o caos terreno, mas também um grande e doloroso massacre. Será Zoey forte e sábia o suficiente para enfrentar tudo o que está por vir?

Tentada
Depois de tanta agitação, Zoey bem que merecia um descanso. Mas não há tréguas na Morada da Noite. Lidar com três caras ao mesmo tempo, novamente, não é um alívio para o estresse, especialmente quando um deles é um guerreiro tão sexy e tão dedicado em protegê-la, que é capaz de sentir suas próprias emoções. Aphrodite tem novas visões que alertam Zoey para ficar longe de Kalona e de seu obscuro fascínio, mas mostram também que ela será a única com poderes capazes de interromper um mal imortal. Logo se torna óbvio que Zoey não tem escolha: se ela não for ao encontro de Kalona, ele se vingará, e justamente nas pessoas que ela ama. Mas ela terá coragem para fazer o que deve ser feito, a ponto de sacrificar sua vida, seu coração e sua alma? Descubra neste sexto livro da Série House Of Night.

Queimada
As coisas ficaram difíceis na Morada da Noite. A alma de Zoey Redbird se despedaçou. Com o coração partido, vendo tudo ao seu redor desmoronar e com vontade de ficar para sempre no mundo dos mortos, Zoey está sumindo a olhos vistos. Parece cada vez mais difícil ela se recuperar a tempo de reencontrar seus amigos e recolocar as coisas em seus devidos lugares.





Despertada
Exonerada pelo Conselho Supremo dos Vampiros e retornando a sua posição de Grande Sacerdotisa da Morada da Noite de Tulsa, Neferet jurou vingança contra Zoey. Seu domínio sobre Kalona é apenas uma das armas que ela pretende usar. Mas Zoey encontrou um santuário na Ilha de Skye e está sendo protegida pela Rainha Sgiach, que espera que ela possa assumir o reinado. Tornar-se a rainha seria legal, não seria? Por que ela deveria retornar à Tulsa?




Destinada
(Previsto para 25/10/2011)
Em Destinada, as forças da Luz e das Trevas colidem em sua batalha épica centrada na morada da noite de Tulsa. Zoey está no lar onde pertence segura com seu Guardião Guerreiro, Stark, ao seu lado – e se preparando para enfrentar Neferet. Kalona liberou seu poder sobre Rephaim, e, através do presente de Nyx de uma forma humana, ele e Stevie Rae foram finalmente capazes de estar juntos – se Rephaim puder realmente andar no caminho da Deusa e continuar livre da sombra de seu pai. Mas Zoey está realmente segura? Ela realmente sabe quem são os mais próximos a ela? E o amor vencerá quando testado pela alma da Escuridão? Descubra o que está destinado no próximo eletrizante capítulo da série House of Night.


Onde Encontrar : www.submarino.com.br

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Assombrações - Pocong

Por Felipe AG :
Pocong é uma lenda originaria da Indonésia/Malásia. Segundo a lenda, Pocong é a alma de uma pessoa falecida que continua presa dentro de sua roupa mortuária ( uma especie de roupa branca que cobre todo o corpo da pessoa morta, com laços presos sobre a cabeça, pescoço e algumas outras partes do corpo ). Seguindo as tradições muçulmanas, o cadáver deve ser enterrado trajando essa estranha vestimenta. Ainda segundo essa tradição, a alma da pessoa morta fica presa ao corpo durante 40 dias debaixo da terra, e após esse tempo, os laços devem ser desamarrados para que a alma possa ir embora e nunca mais voltar. Mas, se caso passar os 40 dias e ninguém retirar os laços da roupa mortuária, a alma da pessoa que ficou presa sai do túmulo a procura de alguém que a possa ajudar-la a ser liberada. Devido aos laços amarrando os tornozelos, o Pocong precisa pular para se locomover. Essa lenda é muito famosa na Indonésia, e há muitos relatos de pessoas que afirmam ter encontrado o fantasma Pocong.


Acesse esse link e veja um video em que um Pocong que foi registrado por uma câmera de segurança ! Tire suas próprias conclusões ! >>>> ASSISTA AQUI !

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Epidemia ( O Diário de Brian )

09 DE AGOSTO
*Meu nome é Brian, e até esse momento eu não sei bem o que está se passando. Agora estou na casa da minha irmã Karen, e estamos com muito medo de sair, pois coisas estranhas estão acontecendo por toda parte.
*Hoje de manhã, recebi uma ligação da Karen, que estava desesperada dizendo que seu namorado Greg estava ferido. Como parecia ser grave, chamei minha esposa e meu filho para irmos até a casa da Karen. Mas quando saíamos de casa, acabei atropelando dois homens que surgiram de repente na frente do carro. Parecia que um perseguia o outro. Tentei ajudá-los, mas o que eu vi me assustou muito. Um dos homens rastejou até o outro que estava desacordado e começou a mordê-lo. Fiquei muito confuso e muito assustado.
*No trajeto até a casa da minha irmã, percebi que algo horrível estava acontecendo. As ruas estavam uma grande confusão, pessoas estavam desesperadas correndo por todos os lados, parecendo fugir de alguma coisa. Várias dessas pessoas estavam muito machucadas.
*Ao chegar na casa da Karen, Greg tinha um ferimento grave no seu braço esquerdo. Ele disse que um homem atacou dando-lhe uma mordida. Karen ligou várias vezes para a emergência, mas as linhas estavam todas ocupadas.
*O caos se instalou lá fora, daqui da casa da Karen, que fica bem no centro da cidade, é possível ver o que está acontecendo. É uma desgraça. Parece que pessoas estão atacando outras sem motivo aparente.
*Não sei por qual razão estou anotando tudo isso, apenas peguei um caderno e uma caneta e comecei a escrever.

10 DE AGOSTO
*Ainda estamos sem entender nada. As notícias são desencontradas e a tv não para de mostrar imagens de pessoas atacando outras de forma muito violenta. Também falam para não sairmos de casa que estaremos seguros. Mas na verdade, ninguém sabe de nada.
*Greg está muito mal, ele está com febre e sente muito frio.
*Não podemos fazer nada. Lá fora ainda está tudo muito confuso.
*Da janela podemos ver que, de um modo estranho, pessoas andam sem rumo, outras ficam paradas, muitas delas estão seriamente feridas, com braços ou pernas quebradas, mas ainda assim conseguem se mover.
*Há vizinhos na mesma situação que a nossa. Ninguém pode sair de suas casas. O que temos que fazer é somente esperar.

11 DE AGOSTO
*Greg faleceu hoje de manhã. Mas não sei como, alguns minutos depois ele levantou e nos atacou. Ele foi pra cima da Karen e mordeu a mão dela, mas também conseguiu ferir meu filho com um arranhão. Ele parece estar louco. Seus olhos estão esbranquiçados.
*Nos conseguimos correr e nos esconder em um quarto no andar de cima. Karen está em estado de choque e minha esposa Anna não para de chorar.
*Tive que barrar a porta do quarto, pois Greg está tentando entrar.
*O ferimento no rosto do meu filho é mais grave do que pensei. Tentei telefonar para a policia e para os bombeiros, mas foi tudo em vão. Ninguém atende.
*Ainda não sei porque continuo escrevendo mesmo depois de tudo isso ter acontecido.

12 DE AGOSTO
*Estamos praticamente há três dias sem comer. Também, não dá para pegar nada para comer, Greg está no corredor em frente ao quarto.
*Karen está começando a ter febre. Estou com medo de que ocorra o mesmo o que aconteceu com Greg. Anthony também está mal, não deu para estancar o sangue do ferimento em seu rosto.
*No único canal de tv que ainda está transmitindo, as notícias falam de uma epidemia causada por uma doença desconhecida e contagiosa, que teria deixado as pessoas descontroladas e agressivas.

13 DE AGOSTO
*Karen também faleceu. Coloquei seu corpo na sacada e barrei as todas as janelas.
*Karen acordou e ficou muito agressiva, ela não para de bater na janela tentando entrar.
*A situação só piorou, acabaram de cortar a energia elétrica e as únicas informações que temos agora, vem de um rádio de pilha.
*Está sendo muito difícil para nós, as pessoas que amávamos morreram e estamos sem comida e sem água.
*Acho que estou ficando louco. Estamos em uma situação horrível, e eu continuo escrevendo. Caramba, tenho que arranjar um jeito de sair daqui.

14 DE AGOSTO
*Ouvimos pelo rádio que tudo está fora de controle, os mortos-vivos, como estão sendo chamados, já são maioria em grande parte das cidades pelo mundo.
*Ninguém sabe como começou ou como irá acabar. Estão dizendo que a contaminação se dá através do contato com o sangue ou a saliva de quem já está contaminado, ou seja, é um zumbi.
*Anna e Anthony estão passando mal, e eu nem imagino o que fazer. Já basta a Karen ter morrido. Isso tá acabando comigo.
*O silêncio da noite é quebrado pelo som perturbador dos gemidos dos zumbis. E com essa escuridão, piora ainda mais.

15 DE AGOSTO

*Anthony está cada vez pior, mas a Anna não desgruda dele. Temo que tenha que trancá-lo em algum lugar.
*Estamos sem comer a vários dias. Estou ficando fraco, preciso fazer algo, se não vamos morrer aqui dentro.

16 DE AGOSTO
*Quando o dia clareava e eu estava cochilando, fui surpreendido pelo grito de Anna. Ela estava sendo mordida pelo Anthony. Tive que bater nele com um secador de cabelo e trancá-lo dentro do guarda-roupa.
*Anna morreu. E antes que ela acordasse, saí do quarto correndo, passei pelo Greg e consegui chegar até o sótão.
*Daqui de cima, posso ouvi-los andando pela casa.
*Perdi todos aqueles que eu amo. Agora só me resta esperar a minha vez. Até lá, continuarei escrevendo. Tanto faz.

17 DE AGOSTO
*Escutei o som de um helicóptero. Subi no telhado e eles acabaram me vendo e me resgatando.
*Do alto se pode ver o tamanho da desgraça, os mortos-vivos tomaram toda a cidade. Deram-me um forte calmante, estou quase dormindo. Querem fazer alguns exames comigo.

18 DE AGOSTO
*Acordei dentro de uma cela. Está parecendo uma base militar. Não tem nada nem ninguém por aqui, só um homem dormindo em uma cela ao lado. Não deixaram nada para comer.
*Já é noite e ninguém apareceu.

19 DE AGOSTO
*Acordei ao som de tiros. Parece que os zumbis invadiram a base. O homem da cela ao lado também virou um zumbi. Eles mataram todos os soldados.
*Há vários zumbis andando pelos corredores, alguns já estão em avançado estado de decomposição. Eles estão tentando me atacar, há muitos bem em frente a cela.
*Até agora não entendo como isso pode acontecer. E também não sei porque ainda estou escrevendo. Esse pequeno e velho caderno será meu companheiro até o meu fim. Se alguém vier a achá-lo algum dia, que guarde como registro desse trágico momento da história.
*Estou muito fraco, não tenho força nem para segurar a caneta direito, aqui acabou pra mim e . . . . . . . . .

Autor : Felipe AG

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Relato Sobrenatural - Eu vi o demônio

Aconteceu com : Nivea Cristina

Estava numa fase ruim de minha vida, estava bem deprimida pensando até em fazer besteiras como o suicídio. Mas neste dia, estava dormindo e era bem cedinho, porém estava em estado de alfa, mas estava sentindo o que estava acontecendo a minha volta. Foi quando ví uma sombra negra sair de lado do meu guarda-roupa e direcionar pro meu lado da minha cama, que tinha um vão entre a parede, e comecei a sentir uns arrepios, meu corpo começou a tremer, comecei a sentir tipo um choque. Foi quando ele falou com uma voz terrível, tipo do Exorcista a seguinte frase: "Vem pra mim"! Meu medo foi tanto que tentei rezar mas não consegui! Clamei e invoquei a Deus em pensamento, foi que eu consegui virar pro outro lado e consegui continuar o meu sono! Quando acordei tentei ignorar a situação achando que fosse um pesadelo, mas hoje sei que não foi!

Fonte : www.sobrenatural.org

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Dica de Livro - Zumbis : O Livro dos Mortos

Por Felipe AG

Escrito pelo jornalista Jamie Russell, Zumbis : O Livro dos Mortos narra de maneira bem humorada o mundo dos mortos vivos. Fã de filmes de zumbis desde a adolescência, o autor fez uma análise aprofundada de todos os eventos que essas tão adoradas criaturas tiveram participação. Jamie cita nessa fantástica obra, as lendas, canções, referencias literárias, uma extensa lista de aparições no cinema, televisão, HQs, videogames e jogos de RPG. Nesse livro você vai conhecer toda a história dos zumbis, desde as primeiras aparições até as novas séries de TV. O livro conta com mais de 400 páginas recheadas com fotos sanguinolentas ( para pessoas de estômago forte ).

Jamie Russell começou sua pesquisa sobre o tema no ano 2000, e teve a primeira edição de Zumbis : O livro dos Mortos em 2005. No Brasil, o livro foi publicado pela editora Leya.

Onde encontrar : www.submarino.com.br

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Assombrações - Kuchisake Onna (A mulher da boca cortada)

Por Felipe AG

O Japão é um país rico em histórias de fantasmas, lendas e superstições. Nesse post, você vai ficar por dentro de uma das mais famosas, talvez a mais famosa das lendas japonesas. Kuchisake Onna, traduzindo livremente para o português, "A Mulher da Boca Rasgada", é uma lenda urbana muito popular e também muito assustadora. Confira abaixo toda a história dessa horripilante lenda.
SURGIMENTO
A lenda de Kuchisake Onna surgiu por volta dos anos de 1978 e 1979, e rapidamente se propagou por todo o japão. A repercução dos incidentes relacionado a lenda foi tão grande que chegou em países vizinhos como a Coréia. Ainda não se sabe ao certo onde tudo começou, mas há quem diga que se originou no estado de Gifu, outros dizem que foi no estado de Aichi e talvez, no estado de Shiga, precisamente na cidade de Shigaraki.

A LENDA SEGUNDO OS RELATOS
Segundo os relatos, Kuchisake Onna é uma mulher trajada com roupas vermelho sangue e usando uma máscara (igual aquelas usadas por médicos, ou por pessoas com algumas doença contagiosa), que aparece na rua geralmente no horário em que as crianças saem da escola. Ela aborda as crianças sempre perguntando : "Eu sou bonita?" , e se acriança responde que sim, ela retira a máscara e revela sua face assustadora, deixando a mostra sua boca deformada e faz uma nova pergunta : "Sou bonita mesmo assim?" , se a criança responde que não, ela mata a criança esfaqueando-a. Dependo da região onde a lenda é contada, dizem que ela usa uma foice para rasgar a boca de sua vítima.

Já a lenda contada na Coréia, diz que, em noites de tempestades de neve, três moças aparecem nas portas das casas e perguntam : "Qual de nós três é a mais bonita?" . Caso a pessoa escolha uma, essa pessoa é morta pelas outras duas moças. Todas as três tem bocas rasgadas.


COMO NASCEU A LENDA
Há muitas suposições de onde realmente nasceu a lenda. Alguns dizem que na verdade ela se originou na Coréia, e tempos depois foi levada para o Japão através de imigrantes, mas muitos defendem que a lenda nasceu no Japão. Alguns dizem que Kuchisake Onna se originou através de outras lendas, e com o tempo foi se modificando até chegar na característica atual. Outros já contam que, essa tal mulher da boca rasgada, na verdade era uma paciente de um hospicio da cidade de Ogaki, que sempre fugia e saía pela rua com a metade inferior do seu rosto pintado de batom e assustava as pessoas que encontrava pela caminho.

Nos anos 90 a teoria da fugitiva do hospicio foi desmentida, mas uma nova teoria foi criada. Essa nova teoria de como surgiu a lenda, diz que a moça foi vitíma de erro médico em uma clínica ccirúrgica. Teoria por teoria, a verdade é que todas tem um ponto em comum : que a lenda é originária do estado de Gifu.

Mas uma terceira teoria é encontrada em livros que contam o folclore japonês. Nessa "nova" teoria, uma moça chamada Otsuya, que residia na cidade de Shigaraki, estado de Shiga, certa vez ela foi vista praticando um ritual, com uma cenoura em forma de lua minguante na boca ( o que deve ter confundido a todos, pois a distancia parecia uma boca anormalmente grande, ou seja, rasgada) e carregando um boneco de cêra na mãos. Foi a partir dai que as pessoas passaram a contar o que hoje em dia é a lenda de Kuchisake Onna.

A APARÊNCIA
Dependendo da região de onde a lenda é contada, Kuchisake Onna tem caracteristicas diferentes.

Na província Edogawa, em Tóquio, dizem que ela possui um guarda-chuva vermelho e consegue voar com ele. Em Oushi, outra província de Tóquio, dizem que ela veste casaco e botas, ambos da cor branca. Já em Yaoushi e Kokubunji, dizem que ela veste kimono e óculos. Em Tamagawa sua aparência é descrita como suja e desleixada. Também dizem que ela possui 130 dentes e com eles consegue matar facilmente as crianças através de mordidas, que seus olhos são como os de uma raposa, que sua voz é parecida com a de um gato, também disseram que sua altura passa dos 2m, que ela se veste de branco para que o sangue de suas vitímas fiquem em suas roupas como uma amostra de seu terror, também dizem que ela tem uma velocidade impressionante de 200kmh, o que dificulta que as pessoas fujam dos seus ataques e que ela usa um machado como arma...etc.

SE ALGUM DIA VOCÊ SE ENCONTRAR COM ELA, SAIBA COMO FUGIR
Dizem que a Kuchisake Onna adora uma bala feita de acuçar chamada (Bekkouame), caso uma possível vitíma tenha essa bala, ela pode jogar longe, que a moça vai se procupar apenas com a bala, deixando a oportunidade para a vitíma fugir. Dizem que Tofu a faz fugir, também mostrar ou atirar pomada nela a afugenta. Ou também confundi-la com a própria pergunta. Quando ela perguntar : "Eu sou bonita?" você diz : "Mais ou menos!" ela vai ficar confusa com a resposta, nesse tempo, aproveite para fugir.

KUSHISAKE ONNA CONTINUA ATERRORIZANDO
Na cidade de Fukushima, por diversas vezes, pessoas amedrontadas chamavam a policia dizendo ter visto a Kuchisake Onna. Em Hokkaidou, as crianças tinham tanto medo que só voltavam da escola em grupos.

KUSHISAKE ONNA NO CINEMA
No ano de 2007 estreou um filme baseado nas histórias apavorantes de Kuchisake Onna. Um ano depois, 2008, o filme ganhou uma sequencia. Também há um terceiro filme que explica toda a otigem da lenda.

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Kuchisake Onna 1

Kuchisake Onna 2

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O Vizinho

Era domingo a tarde, e lá estava Ned, deitado no sofá com sua preguiça habitual dos fins de semana. Ned estava de férias do trabalho, então, praticamente todo dia era dia de preguiça. Solteiro e morando sozinho, ele não ligava muito para as tarefas domésticas, e quando não estava trabalhando, só queria saber de sair com os amigos ou ficar em casa em completo ócio. Mas algo naquela tarde mudaria sua rotina preguiçosa.
Em meio a um pacote enorme de salgadinhos e vários cliques no controle remoto a procura de um programa de TV que pudesse entretê-lo, Ned ouviu a campainha tocar. Com muito o custo o jovem rapaz levantou do sofá, e caminhando lentamente foi até a porta, visualizou a visita pelo olho mágico, e só aí atendeu. Era seu vizinho e amigo Bob.
Bob parecia estar com muita pressa, ele pediu para que Ned lhe fizesse um grande favor. Bob pediu que Ned vigiasse sua casa enquanto ele estivesse fora, disse que tinha assuntos pessoais a tratar e ficaria ausente por uns dias. Por se tratar de um bom amigo, Ned sem pensar duas vezes e disse que faria o favor a Bob. Bob agradeceu e entregou uma cópia da chave da casa para que Ned pudesse adentrar e alimentar os cães uma vez por dia. Bob se despediu, entrou no carro e saiu em disparada com uma velocidade consideravelmente alta. Ned estranhou o comportamento de seu amigo, um rapaz que sempre estava de bom humor, agora, Bob estava tenso e com um ar de preocupação no rosto. Ned suspeitou que algo pudesse estar errado, mas não teve tempo de questionar Bob, sua visita estranha e inesperada durou pouco mais de um minuto.
Nos dias seguintes Ned fez o que Bob pediu, entrava na residencia para alimentar os cães e várias vezes ao dia, verificava a segurança da casa de Bob. Mas nesses dias, algo chamou a atenção de Ned. O clima na casa parecia estar diferente, Ned sentia um enorme desconforto toda vez que a adentrava para dar ração aos cães, algo que nunca sentiu não outras vezes que entrou lá. Não sabia o que era, mas sentia-se incomodado com algo. Mas mesmo tendo essas estranhas sensações, Ned continuou fazendo esse grande favor a Bob.
Certa noite, antes de dormir, Ned fez como nas noites anteriores, da janela de seu quarto deu uma última olhada na casa de Bob para se certificar que estava tudo em ordem, mas dessa vez, se surpreendeu com algo. Avistou o que parecia ser uma pessoa olhando pela janela da sala. Confuso, Ned continuou olhando para aquela figura estranha que poucos segundos depois desapareceu. Ned continuou observando, mas na sua cabeça havia a dúvida se realmente viu o que pensava ter visto, afinal, não era pra ter ninguém na casa. Até que Ned se surpreendeu novamente. Agora Ned teve a certeza que não era sua imaginação, mas não era aquele vulto que ele estava vendo, e sim as luzes da casa de Bob que se acendiam e se apagavam repetidamente. Sala, cozinha, quartos, cada hora era um cômodo diferente, o que confundiu ainda mais a cabeça de Ned. Todo esse acende e apaga durou pouco tempo e logo a casa ficou as escuras novamente. Ned pegou seu telefone celular e tentou fazer um ligação para Bob, mas o número discado aparecia como fora de área. Então Ned ligou diretamente na residencia, não sabia muito o que esperar dessa ligação, mas a fez assim mesmo. O telefone da casa de Bob tocou, uma, duas, três, quatro e só após o quinto toque alguém atendeu. Mas quem estava lá e atendeu ao telefone não disse nada, Ned pode ouvir só a sua respiração ofegante. Segundos depois a ligação caiu. Ned voltou a observar a casa de Bob, estava assustado, mas queria saber o que realmente estava acontecendo. Alguns minutos depois o vulto voltou a aparecer na janela da sala, mas agora sim, Ned teve a certeza que se tratava de uma pessoa, mais precisamente uma mulher. Essa estranha mulher parecia saber que Ned estava olhando para ela, pois com as mãos gesticulava e fazia movimentos como se estivesse chamando por ele. Mesmo espantado, Ned não conseguia para de olhar para aquela figura estranha, até que, ela parou de acenar, e parecendo ter uma acesso de raiva, começou a gritar e a bater as mãos violentamente contra a janela. Ned se apavorou tanto ao ver aquilo que até levou um tombo caindo de costas no chão. Ainda caído, Ned continuava a ouvir os gritos e os sons que aquela mulher provocava ao bater na janela. “Meu Deus, o que está acontecendo ? “ pensava Ned. Até que pouco tempo depois os sons cessaram e a noite voltou a ficar silenciosa. Ned continuou deitado no chão, não tinha a minima coragem de levantar e olhar em direção da casa de Bob outra vez. Mas o pior susto ainda estava por vir. Ned começou a ouvir sons na sala de sua própria casa, depois sons passos na escada que levava até o andar de cima onde ficava seu quarto, exatamente onde ele estava no momento. Apavorado, Ned se encolheu um um dos cantos do quarto e ficou ouvindo os sons de passos se aproximarem cada vez mais, até que surge pela porta uma mulher, a mesma mulher que ele viu na janela da sala da casa de Bob. Ela estava nua, chorava muito e tinha muitos machucados pelo corpo que sangravam muito. Ao ver aquela mulher com aparência pavorosa se aproximar, Ned entrou em desespero e desmaiou. Quando voltou a si já era de manhã. Ainda confuso e assustado com o que presenciou na noite passada, ele levantou e foi até a janela do seu quarto, e de lá pode ver a rua repleta de pessoas e muitos carros de policia e bombeiros em frente a casa de Bob. Ned ficou ainda mais confuso.
As noticias após todos os acontecimentos eram que a policia, através de uma denuncia de um vizinho que ouviu gritos desesperados de uma mulher, encontrou os corpos de três mulheres nos fundos da casa de Bob, ele assassinou cruelmente as três. Bob foi preso alguns dia depois em outra cidade, ele confessou os assassinatos. Ned se surpreendeu com a crueldade de Bob, pois nunca esperava isso de alguém que sempre foi um bom amigo.
Naquele dia, após acordar do susto e ver toda aquela movimentação na rua, Ned notou algo que estava não só na parede do quarto, mas em outros cômodos da casa, em todos esses lugares estava escrito com sangue a frase “Me ajude!”.

Autor : Felipe AG

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